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Mil perdões,...
Pela ausência, pela falta, pelo afastamento. Prometo voltar em breve a escrever neste espaço. Restaurante novo não é fácil. Trabalho como um mouro escravizado. Espero que vcs entendam.
"Le Provence" é uma feliz realidade. Estamos abertos a coisa de 35 dias e já somos um sucesso bem gostoso de curtir.
Dentro de alguns dias, retomo meus escritos a partir do restaurante, com suas receitas, fatos e fotos. Será ótimo nos reencontrar-mos.
Escrito por danielcohen às 22h48
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Notícias desde o frio safado que faz nesta cidade,...
Eis-me entre pedreiros, encanadores, jardineiros e pintores. Todos em uma correria danada(correria em Cunha? Mentira!! isso não existe por aqui!) para deixar tudo tinindo para que na segunda feira próxima, dia 23, possamos estar, eu e minhas panelas, servindo alguns seletos e privilegiados clientes( talvez cobaias?) que em um átimo de loucura, estarão estreiando o espaço. Muito apropriadamente estarei abrindo em sistema soft, onde oferecerei um substancial desconto ( hum,...como bom judeu não estou gostando muito da idéia) a fim de compensar qualquer falha inicial. Esta é na minha opinião, uma simpática forma de dizer a todos que nosso restaurante encontra-se em inicio de operação e que algumas falhas são esperadas e normais. É assim que acontece no mundo civilizado.
A boa notícia é que finalmente a estrada Cunha-Paratí será calçada nos seus 10 kms finais, onde adentra o maravilhoso parque da Serra da Bocaina. O trajeto será coberto em meros 25 minutos e poderá ser feito em qualquer tipo de automóvel, muito diferente do que temos hoje, onde somente carros 4X4 podem fazer o passeio, onde gasta-se mais de uma hora para ir e mais um tanto para voltar. Além das belezas de Paratí, o "Le Provence" terá um constante suprimento de peixe fresco; ou seja, tudo de bom!
A partir da semana próxima estarei publicando o blog no "Le Provence". Iniciarei com as receitas do cardápio, que seguira a tendência de "cozinha do mercado", ou seja, não teremos menu fixo! Cozinharei aquilo que de melhor estiver disponível no mercado naquele dia. Todos fins de semana, teremos algo muito diferente a fim de mostrarmos todo nosso potencial. Sem dúvida alguma, estarei mantendo as normas e as receitas da clássica cozinha francesa no geral e a provençal em particular.
De forma que estaremos imprimindo um novo ritmo aos nossos encontros por aqui. Além das receitas, estarei dando um panorama do dia a dia de um restaurante. Suas surpresas e ocorrências de bastidores, via de regra muito engraçados. Espero que possamos reescrever nosso contato.
A todos que mandaram inúmeros mails e mensagens de incentivo, meu sempre muito obrigado. Vcs não sabem como isso me faz bem. Sabê-los todos tão perto e participativos. Um enorme e apertado abraço. Que possamos todos um dia, estarmos reunidos em torno de uma saborosa mesa no "Le Provence"!
Escrito por danielcohen às 03h21
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Mensagem maravilhosa para quem vai começar um empreendimento. Adorei,...

Japoneses e o Desafio do Peixe Fresco
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas.
Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca.
Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar.
Se a viagem de volta levasse mais que alguns dias,o peixe não era mais fresco.Os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.
Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos.
Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.
Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles Não gostaram do peixe congelado. Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos.
Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como 'sardinhas'.
Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos.
Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor.
Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.
Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?
Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?
Antes da resposta, leia o que vem abaixo:
Quando as pessoas atingem seus objetivos - tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões.
Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam. Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros, que nunca crescem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.
Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples.
L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50:
'O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador'.
Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema.
Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz.
Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia.
Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções.
Você se diverte. Você fica vivo!
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos barcos.
Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque.
O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega 'muito vivo'.
E fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.
Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles.
Massacre-os.
Curta o jogo.
Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se reorganize!
Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.
Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores.
Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da humanidade.
Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele.
Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.
'Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar...'
(Desconheço a autoria)
'Nunca desista do seu sonho. Se acabou numa padaria, procure em outra!' Barão de Itararé
Escrito por danielcohen às 11h59
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Caros amigos, leitores,...
Perdoem-me a falta de notícias. Estava dando um tempo, realizando um velho sonho! O de comprar MEU RESTAURANTE na minha adorada Cidade de Cunha - SP. Há tempos tinha anunciado que abriria o "Le Provence", mas uma série de problemas impediram o avançar do projeto, que finalmente transforma-se em realidade.
Hoje em um casarão de muito caráter vem abrigar não mais um sonho, e sim uma concreta realidade: Unimos um casarão, um fogão, um cozinheiro e uma paixão; e desta alquimia, sem dúvida entregaremos delícias e prazeres a quem frequêntar nossas mesas.

Sinto-me emocionado trabalhando em um projeto desses! A muito não sentia-me tão vivo e animado, com um tremendo gás queimando-me as entranhas, que impulsionam os empreendedores. Nestes dias de ausência, estava envolvido com as naturais negocioações. Tão logo terminaram, iniciamos os projetos da cozinha e algo de decoração. Em seguida, compras de equipamentos,...Que delícia! Fogões profissionais, fornos, fritadeiras, Chad Broillers e uma parafernália tal, que juro! Não vejo a hora de receber e "pilotar" essa coisa toda!
Agora é esperar: Abertura de empresa, chegada de materiais e mudança de cidade. Em seguida, confecção de um cardápio bem enxuto, que mudará a cada estação, respeitando as naturais qualidades de cada ingrediente, a compra dos mesmos e em seguida fazer aquilo que todo cozinheiro que se preste faz: Cozinhar!
Nossas receitas em breve recomeçarão! Jamais abandonarei este espaço, que afinal foi o embrião deste projeto. Talvez por uma questão de linearidade, eu mude o nome do espaço. "Le Provence" e suas qualidades, deverão sempre preceder-me na lei natural das coisas. Prefiro cultuar uma filosofia de trabalho do que um nome.
Fica desde já um expresso convite a todos que por aqui navegam. Estamos situados no centro da Vila Rica, também conhecida como Vila Das Artes, tantos artistas e ateliers nos circundam. Somo o mais fino bairro da cidade de Cunha. Do nosso casarão, vc avista toda cidade, e suas montanhas muito além dela. Não bastasse isso, vamos praticar juntos e ao vivo, aquilo que sempre nossa apologia neste blog. Comer muito bem, algo feito com muito amor, baseado na mais pura simplicidade, sem perder um só grama de charme.
Sempre estarei recebendo-os com uma taça de champanhe e meu mais sincero desejo de "Bon Apetit"!
Escrito por danielcohen às 22h27
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Paella Econômica.
Fiquei um tempo afastado das panelas e do nosso convívio quase diário. A depressão faz estragos inimagináveis. Só quem desconhece seus efeitos devastadores pode aquilatar. Tenho estado assim a quase um mês. Nos primeiros dias até que segurei a onda, entretanto a "coisa" foi espalhando seus tentáculos, até fazer com que a vida ficasse novamente sem muito sentido. Estou lendo um livro ( Bipolar - Memórias de Extremos - Terri Cheney - Ed. Larousse) que em seu primeiro capítulo sintetiza a bipolaridade assim: "Se vc embarcar comigo nesta jornada, uma advertência é necessária: O transtorno bipolar, ou depressão maníaca, não é uma viagem segura. Ela não vai partir do ponto "A" e chegar ao ponto "B", da maneira que vc esteja acostumado. É uma viagem caótica, imprevisível. Nunca se sabe qual será a próxima etapa" Fazia tempo que não lia algo tão cercano da realidade! O Livro é fantático, recomento enfáticamente, entretanto, o mesmo poderia ser fechado ali mesmo no seu primeiro parágrafo,....alí mesmo a autora disse tudo sobre a doença.
Isto posto, aqui estou eu, refazendo os já trilhados caminhos da viagem rumo a depressão. Triste, chata,...Sem nexo! O sempre cinzento vazio que ronda a alma e tanto incomoda o corpo fazendo uma imensa pressão no peito; enfim,...Sei que isso vai passar! Como as ondas e as marés, essa será tão sómente uma das muitas crises que ainda terei que enfrentar.
Paella é marca gastronômica registrada de um delicioso país: Espanha. Muito em voga pela revolução que tem causado na gastronomia mundial, tem na paella uma tradição cercada de atenções e cuidados. Os mais puristas, só a fazem em cima de pedras, usando como lenha, gravetos secos das vinhas aparadas. Realmente assim feita o sabor é outro, mas acredito que o resultado advenha mais de "defumação" do que do tipo da madeira em sí. Já fiz na lenha e igualmente o resultado foi tão bom quanto os tais gravetos de vinhas.
Paella é o nome da panela baixa que usamos para cozinhar o arroz e seus complementos. Antigamente os camponeses e pastores Valencianos, saim para sua lida diária e levavam a panela e um punhado de arroz no bolso, assim como azeite e sal no alfajor. Na hora do almoço, os trabalhadores juntavassem em torno da panela e preparavam o arroz, com os legumes que tivessem a mão e mais alguma caça que haviam conseguido. Pombos e coelhos eram bastante normais> Igualmente podiam trazer de casa algum pedaço de frango ou porco, e assim nasceu a tradição deste delicioso prato. Na paella pode-se por qualquer ingrediente, desde que não faltem o arroz e o açafrão. Estes são fundamentais. Conforme a cultuta deste prato foi alastrando-se, chegou até a costa da Espanha, onde foram agregados os frutos do mar. Uma curiosidade interessante sobre este prato: Ele é comunitário. Os trabalhadores traçavam linhas que formavam triângulos e ali estava determinada a porção de cada um, motivo pelo qual até hoje distribuimos os ingredientes de forma ordenada, dando a cada um um pedaço de cada coisa. Como se fosse uma memória celular do prato, mesmo ao chegar na região litoranea, mantiveram-se as carnes, harmonizando-se perfeiramente com os frutos do mar que invadiram este típico prato montanhês. Vc pode fazer paellas do que quiser: Legumes, carnes, mistas,...Tudo é uma mera questão de gosto.

Regras básicas da paella: 1)Ter a panela adequada ao número de pessoas. 2)Ter um fogo que ataque a panela em toda sua área(Se não o arroz não cozinha por igual) 3) Não esquecer a matemática básica. Para cada porção de arroz, 2,5 vezes a quantidade de caldo. (1kg de arroz/2,5 lts de caldo)
Hoje lancei-me um desafio! Fazer uma paella econômica. Dei tratos à bola(Nossa que termo mais antigo,...acabo de revelar a idade de vez,...) e não é que deu certo? Fiz uma paella de frutos do mar para 4/5 pessoas por meros r$16,00. Vamos a ela?
600 grms de cação em cubos - 300 grms de camarão 7 barbas - 300 grms de lulas em aneis - 1/2 pimentão vermelho em tiras - 1/2 pimentão amarelo em tiras(para decoração) - 1 cebola média - 6 dentes de alho, dois picados e 4 inteiros - 1 xícara de arroz - 3 1/2 xícaras de caldo de peixe - 1 xícara de vinho branco - 1 tomate grande em cubos médios. (Não tinha açafrão em casa. Se tivesse dissolveria uns 4 pistilos no caldo)
Peça ao teu peixeiro espinhas e cabeças de peixe, lave-as bem e colque para cozinhar deixando ferver por uns 20 minutos. Ai esta teu caldo de peixe natural. (pode usar os cubinhos(urgh!!) neste caso cuidado com o sal) No fim da fervura, coloque as tiras de pimentão neste caldo para amoleçe-las.-Reserve aquecido(Tampe)
Tempere o peixe os camarões e a lula com azeite, sal/pimenta/vinho branco - Reserve por meia hora. Aqueça a paella com azeite e coloque as cebolas em cubos os alhos e a lula. Quando a cebola começar a ficar transparente coloque o arroz e deixe refogar por uns 3 minutos; é chegada a hora dos tomates. Não tenha dó deles! Prá panela! Imediatamente verta o caldo de peixe (tire as tiras de pimentão que serão usadas na decoração) e abaixe o fogo. Agora queremos ir bem devagar. Quando o arroz estiver empapado mas em vias de iniciar a amolecer, coloque o peixe e delicadamente ajeite-o no arroz. Não revolva nada! Uns 3 munutos depois, é a vez do camarão e da decoração com os pimentões. Via de regra usamos os vermelhos e amarelos em uma franca homenagem a Espanha. Deixe o arroz secar e até dar uma queimada no fundo. Faz parte da tradição raspar o crocante do queimado.
Claro que usei ingredientes simples e baratos, visando compor o propósito do novo livro. Como coloquei anteriormente vc pode fazer este prato com os ingredientes que quiser. Qualquer hora publico uma clássica Valenciana completa, mas para vcs entenderem a ordem de entrada dos ingredientes.
Escrito por danielcohen às 15h35
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Razões do coração.
VOCÊ SE LEMBRA DAQUELA TOCANTE HISTÓRIA DO LIVRO O PEQUENO PRINCÍPE?
Bom,
existe uma história mais tocante ainda que aconteceu de fato com o criador
do Pequeno Príncipe, o escritor francês Antoine de St. Exupéry. Poucas
pessoas sabem que ele lutou na Guerra Civil Espanhola, quando foi capturado
pelo inimigo e levado ao cárcere para ser executado no dia seguinte.
Nervoso, ele procurou em sua bolsa um cigarro, e achou um, mas suas mãos
estavam tremendo tanto que ele não podia nem mesmo levá-lo à boca. Procurou
fósforos, mas não tinha, porque os soldados haviam tirado todos os fósforos
de sua bolsa. Ele olhou então para o carcereiro e disse: "Por favor, usted
tiene fósforo?". O carcereiro olhou para ele e chegou perto para acender seu
cigarro. Naquela fração de segundo, seus olhos se encontraram, e St. Exupéry
sorriu.
Depois ele disse que não sabia por que sorriu, mas pode ser que quando se
chega perto de outro ser humano seja difícil não sorrir. Naquele instante,
uma chama pulou no espaço entre o coração dos dois homens e gerou um sorriso
no rosto do carcereiro também. Ele acendeu o cigarro de St. Exupéry e ficou
perto, olhando diretamente em seus olhos, e continuou sorrindo. St. Exupéry
também continuou sorrindo para ele, vendo-o agora como pessoa, e não como
carcereiro.
Parece que o carcereiro também começou a olhar St. Exupéry como pessoa,
porque lhe perguntou: "Você tem filhos?". "Sim", St. Exupéry respondeu, e
tirou da bolsa fotos de seus filhos. O carcereiro mostrou fotos de seus
filhos também, e contou todos os seus planos e esperanças para o futuro
deles. Os olhos de St. Exupéry se encheram de lágrimas quando disse que não
tinha mais planos, porque ele jamais os veria de novo. Os olhos do
carcereiro se encheram de lágrimas também. E de repente, sem nenhuma
palavra, ele abriu a cela e guiou St. Exupéry para fora do cárcere, através
das sinuosas ruas, para fora da cidade, e o libertou. Sem nenhuma palavra, o
carcereiro deu meia-volta e retornou por onde veio. St. Exupéry disse:
"Minha vida foi salva por um sorriso do coração".
O que foi aquela "chama" que pulou entre o coração desses dois homens? Isso
tem sido tema de intensa pesquisa atualmente, na medida em que os cientistas
estão se dando conta de que o coração não é meramente uma bomba mecânica,
mas um sofisticado sistema para receber e processar informações. De fato, o
coração envia mais mensagens ao cérebro que o cérebro envia ao coração! Como
disse o filósofo francês Blaise Pascal: "O coração tem razões que a própria
razão desconhece".
Estados emocionais negativos, como raiva ou frustração, geram ondas
eletromagnéticas totalmente caóticas do coração, como se estivéssemos
pisando no acelerador e no breque simultaneamente. Esse estado de batimentos
desordenados é chamado de "incoerência cardíaca" e está ligado a doença
cardíaca, envelhecimento precoce, câncer e morte prematura.
Em estados de amor ou gratidão, nosso batimento cardíaco torna-se
"coerente". Isso diminui a secreção dos hormônios do estresse, reduz a
depressão, hipertensão e insônia, melhora o sistema imune e aumenta a
clareza mental. Essa é uma das razões pelas quais tem sido provado que as
emoções positivas estão associadas à boa saúde física e mental - e à
longevidade. Essa irradiação coerente do coração - essa "chama" de genuína
afeição - pode afetar pessoas a uma distância de até 5 metros! Logo, na
próxima vez em que você estiver numa situação difícil, respire
profundamente, lembre-se de St. Exupéry e do Pequeno Príncipe e irradie a
energia de seu coração. Como o Pequeno Príncipe nos lembrou, "somente com o
coração podemos ver com clareza".
Uma homenagem a minha querida mãe, que sempre soube olhar com o coração.
Escrito por danielcohen às 02h55
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Convite - Fernando Gabeira/Tibet

Convite No dia12 de maio, o deputado Fernando Gabeira estará na Câmara Municipal do Rio de Janeiro participando do "Debate Público sobre a Questão Tibetana", juntamente com lideranças budistas brasileiras.
É uma oportunidade especial para nos manifestarmos a favor do oprimido povo tibetano, reforçando a posição do Budismo Brasileiro em relação ao exercício da não-violência e da paz, do diálogo entre povos e culturas, e o respeito aos direitos de todos os seres.
Pedimos a todos que divulguem em listas de emails, blogs e sites, convidando budistas e simpatizantes da causa tibetana ao encontro.
Debate Público sobre a Questão Tibetana Dia 12 de Maio, às 10 Horas Plenário da Câmara Municipal do Rio de Janeiro - Palácio Pedro Ernesto Praça Marechal Floriano, Cinelândia, Rio de Janeiro.
Escrito por danielcohen às 11h57
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Eu tenho alguns olhares,
Todos especiais.
Alguns profundos,
Apaixonados,
Outros sonhadores,
Alegres e zombeteiros.
Eu tenho alguns sentimentos,
Alguns profundos,
Apaixonados,
Outros sonhadores,
Alegres e zombeteiros.
Eu tenho alguns pensamentos,
Alegres e zombeteiros,
Outros apaixonados,
Alguns sonhadores,
Todos apaixonados,
Profundos,...Especiais.
Eu tenho algumas esperanças,
Zombeteiras,
Todas sonhadoras,
Alegres e apaixonadas,
Todas especiais,...
Eu tenho um só amor,
Alegre e sonhador,
Profundo e apaixonado,
Zombeteiro, e muito,
Muito especial.
Escrito por danielcohen às 16h55
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Feijoada Clássica.
Uma amiga me pede uma receita de feijoada para o dia das mães.(Na certa deve estar meio chateada com a dela) Feijoada para ser boa, não pode ser ligth! Tem mais é que ter ambulância na porta. Se é pra enfiar o pé na jaca, vamos fazê-lo com categoria! Até o talo, sem dó nem piedade! Vou postar aqui a mais clássica delas. Aquela que para comer temos que encher bem a cara com batidinha de limão, que nos ajudará o espírito a enlevar, e o corpo, derretendo todas gorduras que a sanidade sem dúvida não recomenda, mas o apetite,...
A festa tem que começar um dia antes na cozinha e durar 3 dias, sendo que o segundo comendo com um monte de amigos e o terceiro curando-se da ressaca e da indisposição geral, que sempre sobra. Vamos lá? Força gente! A vida é uma só mesmo,....

Receita para umas 8 pessoas bem trogloditas, ou 10 normais.
250 grms de carne seca bovina/250 de costela de porco defumada/200 de pé de porco/ 100 de rabo de porco/100 de orelha de porco/200 grms de lombo salgado ou defumado/150 grms de paio/100 de linguíça portuguesa/ 100 de língua bovina defumada/100 de bacon/900 grms de feijão preto/200 grms de cebola picada/100 grms de alho picado/6 folhas de louro/ 2 laranjas bem lavadas.
Limpar e lavar bem as carnes salgadas, tirar o excesso de gorduras e nervuras.(veja se tem algum pêlo, isso é horrível ao servir) - Deixe tudo de molho 24 hs, trocando de água 4 vezes no período. Ferva todas carnes em peças inteiras, durante uma meia hora em fogo bem forte e jogue esta água fora, pois nela esta todo excesso de gordura. Em seguida coloque as carnes para cozinhar de forma definitiva, já com o feijão e as folhas de louro e as laranjas cortadas em metades, na seguinte ordem: Carne seca, pé e orelha. Meia hora depois, coloque a língua, o paio, a linguíça e o bacon, cuidando de tempos em tempos, de tirar fora(com uma escumadeira) toda gordura que for se formando na superfície. Isso dura umas 2 horas - Em uma frigideira, doure bem a cebola e o alho, em duas xícaras de óleo. Junte ao feijão. Retire as laranjas que a essa altura já cumpriram sua missão de cortar parte das gorduras da carne. Retire todas carnes e corte-as em pedaços pequenos para servir, e volte-as para cozinhar por mais uns 15 minutos. Sirva com arroz branco, couve bem fininha refogada em azeite e alho e uma bonita farofa de mandioca bem torradinha. Algumas correntes advogam servir com uma costeleta de porco. De minha parte, acho carne em demasia; simplesmente não gosto. Muita cerveja gelada e se possível, um chorinho ao fundo.
Uma rede embaixo de um carramanchão seria pedir muito?
Escrito por danielcohen às 13h31
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Ossobuco de Vitela com polenta.
Poucas coisas podem ser mais saborosas do que um belo osssobuco com seu molho denso e temperado. Acompanhado de um risoto a milanesa(com açafrão), ou com polenta como faremos hoje, é um típico prato de inverno. Com o frio que se avizinha(avizinha???Estou gelando!!!) nada mais apropriando. Daqui para a frente as receitas mudarão sua façe. Milhares de calorias são bem vindas, nosso corpo exige e precisa!

2 ossubucos de vitela com dois dedos de espessura temperados com sal e pimenta do reino - 1 cebola grande em fatias médias - 2 cenouras em rodelas - 1 colher de sopa de massa de tomate - 1 colher de chá de alecrim fresco - 1 folha de louro - 1 xícara de vinho branco - 1 xícara de caldo de carne - 2 dentes de alho picados - Sal/pimenta/azeite.
Em uma panela de pressão refogue os ossobucos ate dourarem. Reserve aquecidos. Coloque um pouco de água na mesma panela e raspe os resíduos que grudaram no fundo, e em mais um pouco de azeite, refogue as cenouras até que comecem a caramelar. Agregue as cebolas o alho e em seguida a massa de tomate. É chegada a gloriosa hora dos temperos. Em ordem entram o alecrim/louro/vinho branco/caldo de carne. Assim que tudo ferver, volte as carnes reservadas. Tampe a panela e deixe apitar por aproximadamente 15 minutos. Abra e veja se a carne esta macia. Caso precise deixe mais 2 ou 3 minutos.
Para fazer polenta é moleza certo? Na embalagem esta bem explicado. Água fervente com sal e azeite. Vá colocando o fubá bem devagar e mexendo feito um doido desvairado, até que os espirros da massa queimem tua mão! Quando estiver cheio de bolhas assassinas, esta pronto! Fazer uma cama de polenta mole e servir o ossobuco por cima.
Ir à farmácia comprar pomada para queimaduras!
Escrito por danielcohen às 20h45
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Ovo Frito.
Engraçado isso. Posto receitas bem legais(que modesto,...) e aí vem alguém e fala-me do simples ovo frito da receita anterior. Isso me lembra uma estória com o que é considerado o melhor cozinheiro do mundo. Daniel Boulud! Ele é dono do DB de NY e do Café Boulud, e durante muitos anos foi o chef do lendário "le Cirque". Hoje o "DB" é considerado o único restaurante 4 estrelas do mundo,...dá pra aquilatar o que é aquilo? Bem, voltando à vaca fria, ou ao ovo quente,...Estavámos em uma aula na Anhembí Morumbí (em uma sala/anfiteatro, que leva seu nome, em justa homenagem), quando ele diz: Para trabalhar em meu restaurante, não quero saber em que faculdade vc estudou! Peço para vc fazer um simples ovo mexido; se ficar correto, vc esta dentro! Aí brinquei com ele dizendo: -Chef, eu estaria dentro na hora! Ovos, são minha especialidade! De pronto ele pediu-me para que provasse minha declaração,...Peguei uma frigideira de ferro, manteiga, um garfo e claro, um ovo. De imdiato fiz o ovo, como manda a velha escola. Aí ofereci ao Daniel, que provou e me disse: -Permita-me mudar teu conceito sobre ovos mexidos? - Ele limpou rápidamente a mesma frigideira com papel toalha, pegou a mesma manteiga e outro ovo. Em dois minutos ele colocou na minha frente um ovo mexido, que em nada diferenciava-se do meu, até a hora em que coloquei-o na boca. O meu, tinha uma textura; o dele desmanchava-se como se fosse uma espuma, um sonrizal,...Simplesmente fiquei quase 3 meses sem cozinhar, em um baixo astral tremendo. Ele mereceia as 4 estrelas, e eu jamais trabalharia naquela cozinha impecável,...
Hoje, refeito do choque, entendo que certas coisas são inimitáveis e ponto final! Daniel Boulud é uma delas! - Isto posto vamos ao ovo frito perfeito. Claro que algumas alterações são aceitas, mas isso é o considerado ideal: Uma colher de sopa de manteiga, um ovo(claro) à temperatuta ambiente e que tenha sido guardado de ponta cabeça(*), sal/pimenta do reino. Uma frigideirinha pequena com tampa(aí esta grande parte do segredo) - Coloque a colher de manteiga na frigideira e leve-a para fogo baixo. Quebre o ovo em um pires e deixe-o descansar um minuto fora da casca. Com a manteiga quase toda derretida no fogo baixo, coloque o ovo na frigideira e tempere-o com sal. Tampe a frigideira de forma a fritar por baixo e dar um leve cozimento por cima, formando uma película de clara que protegerá a gema, que deverá ficar cozida/mole por dentro, entretanto meio firme. Na última hora de uma temperada com pimenta do reino e sirva, de preferência na própria frigideirinha.
Uma forma legal de servir um ovo frito é pegar um pão de forma, cortar o meio dele, deixando só a beirada. Colocar esta beirada na frigideira com manteiga, dar uma apertada no pão para fixá-lo à panela e quebrar dentro dela um ovo. Temperar e servir. Fica bonito e gostoso. Peguei esta receita com o Danton, um conhecido de uma comunidade de gastronomia, o qual publicamente agradeço.

(*) Ovos ideais tem 50 grms. E devem ser assim guardados para que a gema esteja sempre o mais centralizada possível.
Escrito por danielcohen às 13h21
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Quem me conhece sabe! Não apareço = depressão!
E assim ando nos últimos dias,...é chato demais, incomoda muito, dói pra cacete! Tive ainda para piorar a notícia de que uma querida amiga, que esperava gêmeos, perdeu seus bebes,...sei lá! Isso me deixou absolutamente consternado. Nós bipolares temos alguns gatilhos que disparam certas crises. Eu já não estava bem, e mais isso, aí tudo desandou. Mandei um mail ao casal,... dizendo que sem dúvida alguma, não existe explicação para uma alegria dessas ser interrompida; só posso entender isso, se acreditar que Deus em sua eterna sabedoria, tenha-os usado para fabricar mais 2 anjos,...seguramente estão faltando anjos no céu. Só pode ser isso,...Não quero nominar o casal, prefiro irmanar-me na dor
Pedi para a Jandi resolver a parada e ela entrou de cabeça no que de mais clássico existe: Arroz, feijão(minha colheita) com bacon, picadinho acebolado, ovo caipira e batatas fritas. Tudo muito simples. Sem receira não é? Isso todo mundo manja!

Espero que vcs mais uma vez entendam alguns silêncios meus.
Escrito por danielcohen às 14h59
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O olhar.

Já não olho mais o passado.
Histórias são assim,
Vivem outras eras,
Que se esquecem no tempo.
Formam um imenso vazio,
Um vácuo no tempo.
Nem lembro as tristes emoções,
Há pouco vividas.
Sei que sou um ser normal,
Com alegrias, tristezas, medos.
Sei que tenho tantas mazelas na alma,
Só não quero tocá-las.
Hoje que vivo outra vida,
Sinto-me grato, sadio!
Já não olho nem o futuro,
Aprendi a viver você!
Escrito por danielcohen às 14h54
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Fazer Massa! Uma felicidade!
Poucas coisas podem gerar mais prazer do que fazer a própria massa. Sentir a farinha amalgamar-se com os ovos e ir ganhando elasticidade como se fosse um ser vivo, que em breve nos entregará sua textura, untada de molhos, me dá uma antevisão do paraíso! Claro que hoje temos um sem fim de massas secas importadas a custos ridículos em qualquer supermercado, mas fazê-la é outra coisa. Entranha em mim um espírito meio "Genaro",...e com um bom Chianti ao lado, literalmente "ponho a mão na massa".

Se vc tiver a máquina de abrir massa como a da foto então,...tudo fica de uma simplicidade ímpar. Eu tenho e adoro usá-la. A receita básica é assim: Para cada xícara de farinha especial, usamos um ovo inteiro, ou duas gemas se queremos uma massa mais amarela. Faça um montinho de farinha, abra um buraco no centro e ali coloque os ovos e uma pitada de sal. Eu eu uso um garfo para iniciar a mistura, quebrando os ovos e incoporando-os aos poucos, até que chega a hora de ir com a mão mesmo. Vou afastando a massa com os punhos e voltando-a para mim; indo e voltando até conseguir uma boa elasticidade e texutura. Em seguida passo nos cilindros da máquina atpe atingir a espessura que quero(normalmente na marca 4 ou 5 da máquina). Claro que a massa pode igualmente ser aberta manualmente, em uma superfície enfarinhada, com um rolo de macarrão. (aquele que as mulheres de antigamente usavam em horas extremamente perigosas de um casamento em crise). Deixe as mantas de massa secarem um pouco, antes de enfarinhá-las novamente para proceder o corte. Novamente minha máquina faz esse trabalho com perfeição, entretanto hoje cortarei a massa em um formato diferente. Farei algo que não existe no comércio e é muito comum na Itália. Trata-se do "STRACCI" - Stracci significa simplesmente riscado. Com uma faca faço cortes triangulares de tamanho mais ou menos homogêneo (para não termos problemas de tempo de cozimento). No mais é cozinhá-la normalmente em abundante água salgada(Uma colher de sopa para cada litro de água(*) )e usar com seu molho predileto. Hoje eu preparei um molho ridículo de ser feito. Rápido e delicioso.

Para 2 pessoas: 2 Linguíças Toscana - 4 tomates - 1 cebola média - 2 dentes de alho fatiados - 1 folha de louro - 1 colher de sopa de orégano - 1 xícara de vinho tinto - sal/pimenta /azeite.
Fritei as linguíças sem a pele até que dourassem. Acrescentei a cebola e o alho e assim que murcharam, acrescentei os tomates cortados em 8 partes (cubos grandes). Tão logo eles começam a desmanchar, despejo a xícara de vinho, espero evaporar e esfrego na mão o orégano e tempero. Acerto sal/pimenta, dou uma boa regada de azeite e tampo por 2 minutos fora do fogo. Agrego a massa, mexo bem para que envolva-se no molho e sirvo imediatamente em pratos aquecidos.
Uma variável para a massa acima, consiste em fazê-la com 50% farinha de trigo e 50% De farinha de semola ou de grão duro. (eu prefiro esta última, pela "mordida" melhor)
(*) Essa medida de sal na água é igual a 5% de salinidade. O mesmo teor que existe na água do mar.
Escrito por danielcohen às 12h45
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Molho Branco/Bechamel.
Devo este molho para um leitor amigo que me cobra com certa insistencia. Perdoe-me o atraso na postagem. Imperdoável da minha parte. O molho bechamel é base para diversos preparados, variando tão somente do quanto vamos engrossá-lo. Muito espesso ele serve como cobertura gratinável, mais liquefeito como um perfeito acompanhamento para massas ou peixes. Vou passar a forma básica de preparo e em seguida algumas variáveis deste versátil molho que fazemos em meros 10 minutos.
Use-o também para cobrir ou acompanhar frangos, carnes, bacalhau e peixes em geral. Talvez este seja um dos mais versáteis molhos/base da gastronomia. Disso que vão aprender agora, derivam no minimo umas 30 outras preparações.
Esta fase é o "roux" quando incorporamos farinha e manteiga em partes iguais. Na segunda foto, já com o leite agregado. Na terceira uma sequência do molho.
300 mls de leite integral - 1 cebola pequena - 1 folha de louro - 3 cravinhos - 15 gr de manteiga - 15 gr de farinha de trigo - 1 ramo de salsinha - Sal/pimenta/noz moscada a gosto.
Em uma panela coloque o leite com a cebola cortada ao meio, a folha de louro os cravos e o ramo de salsinha - Leve quase até a fervura e reserve esta infusão por uns 20 minutos. Coe e novamente reserve em uma jarra. Em uma panela de fundo grosso derreta a manteiga até a mesma borbulhar. Cuidado para não queimá-la, a não ser que queira um molho mais "moreno". Agregre a farinha e mexa rápidamente com uma colher de pau, para que tudo fique totalmente incorporado. Cozinhe por uns dois minutos (essa mistura de manteiga e farinha se chama roux) e deixe formar uma massa bem lisa. Retire a panela do fogo(isso é importante) e aos poucos vá agregando o leite morno reservado, misturando bem até obter um creme homogêneo. Volte a panela ao fogo médio ou baixo e mexa até o molho ferver. Mantenha-o assim por mais uns 5 minutos até que ele fique liso e brilhante de forma a revestir com uma fina camada as costas de uma colher. Tempere com sal/pimenta e nóz moscada a gosto.(Cuidado com a nóz moscada que em excesso amarga o molho) - Veja a textura. Se é para uma massa, acrescente um pouco mais de leite, deixe-o mais líquido. Se quer intercalar creme em uma lazanha, acho que estará perfeito assim. Se quer usar com cobertuta da tal lazanha, deixe engrossar um pouco mais no fogo e acrescente queijo, seja mussarela ou parmesão; no molho mesmo ou por cima dele.
Quer ver algo fantástico que faço com frequência? Sabe aqueles coqueteis que damos, ou os famosos "queijo e vinho"? - Pois é, no dia seguinte temos um monte de sobras de queijos diversos e nunca sabemos o que fazer! Agora já sabem! Assim que o molho ficar pronto, liquefaça-o agregando um copo (ou um pouco mais, teste) de vinho branco. Pique todos queijos e verta-os no teu molho deixando tudo dar uma leve derretida. Veja bem, quero manter ainda os pedaços no molho. O calor vai simplesmente dar uma derretida nos cubos. Jogue tudo por cima de um espaguete, arrume bem para que o molho entranhe e leve ao forno em um pirex untado de manteiga para gratinar. Queira Deus tenha sobrado muito vinho,...
Escrito por danielcohen às 02h00
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